terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
sábado, 26 de maio de 2012
Pre-Produção de "A LENDA" já tem dada marcada
A equipe do NUC NATAL já definiu a data da primeira reunião para a pre-produção do Longa Metragem "A LENDA", que contará a história de três policiais, Helton, Pablo e Dias. Com muita adrenalina e cenas surpreendentes o longa promete prender a atenção do público. A Lenda é baseado em histórias reais como requintes de ficção, deixando a dúvida do que fora real e do que é pura ficção.
Por isso não perca!!!!!
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
O diferencial das cenas de Nova Amsterdam,
As sequências de Nova Amsterdam - Terra do Sol Banhada de Sangue, estão sendo captadas por várias unidades "câmeras" para dar uma maior movimentação, Assim, o filme se tornará mais criativo e interessante na hora da edição, trazendo uma beleza singular e muita ação para o expectador". A proposta que Edson Soares nos passou é que um filme dessa magnitude terá que retratar o mais fielmente possível aquela época e com certeza, as batalhas eram crueis e sangrentas, por isso, várias unidades estão sendo usadas para captar cada momento de angulos diferentes. Isso é um diferencial no filme, pois trará o expectador literalmente para "dentro da batalha" devido a determinados ângulos de captação das cenas.
Jean Figueirêdo - Diretor de Fotografia.
"NOVA AMSTERDAM"
Nesta sexta e sábado rodamos as cenas do longa metragem Nova Amsterdam - Terra do Sol Banhada de Sangue, os takes foram rodados no Ferreiro Torto no Município de Macaíba e contou com muitos figurantes e com a participação dos dois protagonistas principais do filme.
"Nas sequências que foram gravadas usamos
várias unidade "câmeras" para dar uma maior movimentação
e diversificação de
planos, assim o filme se tornará
mais criativo e interessante na hora da
edição, trazendo
uma beleza
singular e muita ação para o expectador".
Jean Figueirêdo - Diretor de Fotografia.
As câmeras utilizadas foram 01 Arriflex 2C, 02 Kinor 35H e 02 Konvas 2M.
Nos Dias 05, 06 e 07 de agosto filmamos as primeiras cenas do roteiro, estas, foram captadas na praia do forte em Natal e tinha como cenário o Forte dos Reis Magos, vejam algumas imagens retiradas do negativo que está no laboratório em SãoPaulo.
Cena: Close em Mauricio de Nassau.
Jean Figueiredo (Fotógrafo) Conversa com assistentes de fotografia
Cena: Jacob Rabbi Aguarda chegada de Frans Post.
Cena: Soldados protegem o Forte dos Reis Magos.
Cena: Soldados caminham com Mauricio de Nassau.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
NOVA AMSTERDAM
Edson Soares, 43, Cineasta potiguar foi selecionado no último Edital do BNB de Cultura – em parceria com o BNDES.
O grande projeto potiguar “Nova Amsterdam – Terra do Sol Banhada de Sangue” conta com patrocinadores nacionais renomados como o BNB e BNDES.
O filme será captado em película de 35mm, serão usadas Três ou quatro undades “cameras” para captação das imagens, já que o filme conta com muitas cenas de ação.
No elenco há atrizes renomadas do cenário nacional como Alcione Mazzeo (que fará a mãe da protagonista) e Marcélia Cartaxo (Tia da protagonista), paraibana e ganhadora do Urso de prata no festival de Berlim pela atuação em “A hora da Estrela”. A atriz ainda participou de “Madame Satã”, e mais de 20 filmes. Conhecida também em novelas e minisséries da Rede Globo, Marcélia foi a primeira atriz a ser convidada pela produção de Nova Amsterdam.
Dentre outros atores e atrizes estão: David Medvedovsky, Isaac Frankental, Frank Düesberg, Hervé Joseph Degoux, Iury Valcárcio, Titina Medeiros, Abel Araújo, Yuri Magalhães, Rosinaldo Luna, Giovanny Mac Gregory, Giovanna Araújo, Geraldo Cavalcanti e Enio Ewerton.
A produção do filme não para e já realizou vários eventos, seguindo um cronograma de preparação para a produção do filme.
Já foram realizadas Oficinas de fotografia e camera com os Professores Carlos Tourinho e Jean Figueirêdo. As oficinas foram realizadas no Museu e Cultura popular e contou com a participação da equipe técnica e público em geral.
Ficha Técnica Parcial de Nova Amsterdam.
Roteiro e direção: Edson Soares.
Figurinos: Di Carlos.
Direção de Arte: João guimarães.
Diretor de Fotografia: Jean Figueirêdo.
Cameras: Jean Figueirêdo, Jota Junior, Valdeck Moura.
Assistentes de Fotografia e camera: Gilson Martinelli, Beto Silva.
Produção: Engady Cine Vídeo.
Apoio a produção e asessoria jurídica: Nuc Natal – Núcleo de Cinema de Natal.
Preparação de elenco: Marcélia Cartaxo.
Nuc Natal.
domingo, 17 de abril de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
CINEMA MUNDIAL DE LUTO.

Nesta quarta-feira, 23/03/2011, em Los Angeles, morreu a atriz Elizabeth Taylor, nascida em Londres, Inglaterra em 27 de fevereiro de 1932 chegou aos Estados Unidos aos sete anos, acompanhada dos pais. Ainda criança começou a atuar pelos estúdios da MGM. Durante sua vida casou sete vezes, entre os ex-maridos estão: John Warner, Richard Burton e Larry Fortensky. Elizabeth já vinha sofrendo com a retirada de um tumor no cérebro e depois com um câncer de pele no ano de 2002, a causa de sua morte foi uma insuficiência cardíaca congestiva contraída desde 2004.
Entre os maiores sucessos estão: "Um lugar ao sol" (1951), "Assim caminha a Humanidade" (1956) e "Cleópatra" (1963). Ganhadora de dois Oscar de melhor atriz por "Disque Butterfield 8" em 1961 e "Quem tem medo de Virnia Woof" em 1967.
Fonte: MSN Entretenimento.
Abaixo, veja a filmografia completa da atriz:
1994 - Os Flintstones
1989 - Doce Pássaro da Juventude (filme feito para a TV)
1988 - Il Giovane Toscanini
1987 - Poker Alice (filme feito para a TV)
1986 - Cenas de Mulher (filme feito para a TV)
1985 - Malice in Wonderland (filme feito para a TV)
1983 - Between Friends (filme feito para a TV)
1980 - A Maldição do Espelho
1979 - Winter Kills
1977 - A Little Night Music
1976 - Victory at Entebbe (filme feito para a TV)
1976 - The Blue Bird
Queen of Light/Mother/Witch/Maternal Love
1974 - O Ocaso de uma Vida
1973 - Ash Wednesday
1973 - Night Watch
1973 - Divorce His - Divorce Hers (filme feito para a TV)
1972 - Hammersmith Is Out
1972 - Under Milk Wood
1972 - X, Y e Z
1970 - Jogo de Paixões
1969 - Ana dos Mil Dias
1968 - Secret Ceremony
1968 - O Homem que Veio de Longe
1967 - The Comedians
1967 - O Pecado de Todos Nós
1967 - Doctor Faustus
1967 - A Megera Domada
1966 - Quem Tem Medo de Virginia Woolf?
1965 - Adeus às Ilusões
1963 - Gente Muito Importante
1963 - Cleópatra
1960 - Disque Butterfield 8
1960 - Scent of Mystery
1959 - De Repente, No Último Verão
1958 - Gata em Teto de Zinco Quente
1957 - A Árvore da Vida
1956 - Assim Caminha a Humanidade
1954 - A Última vez que vi Paris
1954 - Beau Brummell
1954 - No Caminho dos Elefantes
1954 - Rapsódia
1953 - The Girl Who Had Everything
1952 - Ivanhoé, o Vingador do Rei
1952 - Love Is Better Than Ever
1951 - Quo Vadis
1951 - Um Lugar ao Sol
1951 - O Netinho do Papai
1950 - O Pai da Noiva
1950 - The Big Hangover
1949 - Traidor
1949 - Quatro Destinos
1948 - Julia Misbehaves
1948 - A Date with Judy
1947 - Cynthia
1947 - Nossa Vida com Papai
1946 - Courage of Lassie
1944 - A Mocidade é Assim Mesmo
1944 - The White Cliffs of Dover
1943 - Jane Eyre
1943 - Lassie Come Home
1942 - There's One Born Every Minute
quinta-feira, 17 de março de 2011
NADA MUDOU, NA VERDADE PIOROU.

quarta-feira, 16 de março de 2011
Minha Kinor 35H.

Nova Amsterdam -Terra de Sol Banhada de Sangue, o novo filme de Edson Soares, será rodado com várias câmeras do Nuc Natal e da Engady Cine Vídeo, entre essas estrelas estarão as nossas duas KINOR 35H. A intenção é rodar vários planos ao mesmo tempo, assim, a edição e o "corte" final do diretor, terá mais possibilidades, enquadramentos e planos diferentes de um mesmo take.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
“Nova Amsterdam - Terra do Sol Banhada de Sangue”
No último domingo (09/01/2011) Eu Jean Figueiredo e o Diretor Edson Soares fomos até uma das locações do novo filme do cineasta “Nova Amsterdam - Terra do Sol Banhada de Sangue”, o lugar é perfeito para as seqüências que pretendemos rodar, localizado na cidade de Macaíba a poucos quilômetros de Natal fica o Ferreiro Torto, uma belíssima relíquia da história potiguar, é lá nesta locação onde uma das seqüências marcantes do filme acontecerá.
Ao visitarmos o local, Edson Soares gesticulando muito como sempre, passava-me um detalhe ou outro das cenas que vamos rodar por lá.
Confesso que inicialmente com toda empolgação do Diretor, fiquei meio atônito a tudo aquilo, pois há grande dificuldade nas cenas que ele deseja rodar no Ferreiro Torto, cenas estas, com muitas batalhas, centenas de figurantes, invasões dos holandeses, índios massacrando os abrigados no local, enfim, uma cena de muita ação e “carnificina” cinematográfica. “Devo está sonhando, ou melhor, delirando ou é ele que está!” Pensei.
O que me incomodava era a dificuldade das cenas a serem rodadas por lá segundo o Diretor. Continuamos vasculhando a locação e discutindo planos, sequencias e ações. Essa empreitada nos causou boas caminhadas entre mangueiras frondosas. Diante das inúmeras possibilidades da locação, vi que o “bicho” não era tão assustador assim e que tudo na verdade era possível, pelo menos na teoria.
Após algumas horas e várias mangas degustadas pelo Edson, chegamos à conclusão que o lugar é ideal e que a seqüência ficará perfeita lá. Claro que dará um trabalho enorme para a produção, mas quem disse que cinema é fácil? Afinal cada metro rodado de película é um desafio e este será um desafio à parte, muito mais empolgante e desafiador para todos. Porém é como eu sempre digo, quando o NUC NATAL se dispôs a fazer cinema nesta querida cidade potiguar chamada Natal, sabíamos que ia ser difícil, mas nada no mundo do cinema é impossível.
Que nos digam os celebres Barretão, Meirelles, Walter Salles, Brant, Padilha e tantos outros que passaram por situações semelhantes, afinal, só se consegue metendo a cara e fazendo acontecer.
Vamos lá...
Vem aí...
“Nova Amsterdam - Terra do Sol Banhada de Sangue”.
Cinema nacional vive bom momento e ganha mais espaço com a Cota de Tela.
O cinema nacional vive um bom momento. A avaliação é do diretor-presidente da Agência Nacional de Cinema (Ancine), Manoel Rangel. De acordo com ele, em 2010, o cinema brasileiro atingiu 19 % do mercado interno, o que faz com que o país esteja entre os 15 países do mundo que mais consumiram filmes nacionais. “Este número é difícil de alcançar e nenhum país da América Latina teve seus filmes nacionais tão vistos dentro do seu próprio país”, disse.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
FOTOGRAFIA DIGITAL CONHEÇA MELHOR OS CHIPS QUE SUBSTITUÍRAM OS TRADICIONAIS FILMES
CMOS (Complementary Metal Oxide Semiconductor) chips de imagem do tipo CMOS são semelhantes em sua função aos chips do tipo CCD (Charge Coupled Device): destinam-se ao registro eletrônico de imagens projetadas em suas superfícies através das lentes de uma câmera. Exemplo de CMOS para registro de imagem:

São semelhantes também no conceito de captura de imagem: chips analógicos conectados a uma grade de pixels formada por elementos fotoelétricos gerando cargas elétricas que, após "lidas" pelo sensor, tem que passar por um processo de conversão analógico-digital para produzir as imagens a serem armazenadas na câmera. A partir deste ponto no entanto, os dois tipos de sensores divergem consideravelmente.
Em comparação com o CCD, o chip CMOS apresenta consumo bem menor de energia (e conseqüentemente menor aquecimento) além de utilizar menos elementos eletrônicos (transístores por exemplo) em sua montagem - o chip é menor e mais compacto do que o CCD. Este menor tamanho possibilita a confecção de câmeras também menores.
Chips CMOS apresentam menor signal-to-noise (ruído na imagem) em comparação aos CCDs. Isto porque, ao contrário do que ocorre nos CCDs, onde o sinal de cada pixel é passado para seu vizinho até ser direcionado, na saída do chip, a um amplificador único, no CMOS cada pixel possui seu próprio amplificador independente de sinal de imagem. Esse processo de leitura acarreta menor interferência na imagem. Além disso, amplificadores adicionais podem ser colocados em determinados pontos do CMOS ao longo da cadeia percorrida pelo sinal elétrico, por exemplo reforçando o ganho de sinal de determinada cor (no sistema de chip único, não no de 3 CCDs). Com este ajuste individual é possível refinar o processo de white balance da imagem por exemplo.
Por outro lado, tradicionalmente a imagem gerada por chips CMOS sempre foi inferior à correspondente imagem gerada por chips CCD, por isto também, tradicionalmente, as câmeras de vídeo empregam normalmente CCDs e não CMOSs, tendo sido estes relegados a câmeras baratas de vigilância durante vários anos. O CCD apresentou também sempre uma melhor resolução dos tons de luminosidade em relação ao CMOS.
A descoberta do CMOS é anterior à criação dos primeiros CCDs; no entanto, com a supremacia destes na qualidade da imagem, seu desenvolvimento foi durante muitos anos deixado de lado. Porém não foi completamente esquecido: uma de suas qualidades em relação ao CCD fez com que houvesse um contínuo interesse em um desenvolvimento futuro deste sensor: a sua resistência bem maior aos raios cósmicos. Satélites e suas câmeras são beneficiários diretos desta característica de resistência à radiação cósmica.
Após esse período de menor desenvolvimento, a tecnologia envolvida no projeto e fabricação dos CMOS deu um salto muito grande, aproximando cada vez mais a qualidade de suas imagens da qualidade da imagem dos CCDs para aplicações semelhantes de ambos, como câmeras de vídeo comuns por exemplo. O amplificador independente existente em cada pixel CMOS foi uma tecnologia introduzida em 1993 pelo JLP (Jet Propulsion Laboratory) da NASA. Em aplicações especiais, chips CMOS de altíssima definição foram empregados no lugar de CCDs no telescópio Hubble. A limitação antes existente, agora superada, era a de conseguir confeccionar o chip CMOS com a mesma quantidade imensa de pixels existente em um CCD, no mesmo espaço, o que a miniaturização cada vez mais desenvolvida da tecnologia está sendo capaz de oferecer cada vez mais.
O chip CMOS já é empregado em algumas câmeras do segmento semi-profissional e existem previsões de que no futuro estes chips suplantarão os CCDs nas câmeras comuns de vídeo, assim como os CCDs suplantaram os vidicons (tubos de imagem) antigamente empregados. O processo de fabricação do CMOS tende a ser mais barato do que o do CCD, pelo CMOS possuir um circuito eletrônico mais simples e principalmente porque a tecnologia CMOS já é empregada hoje, em larga escala, com algumas diferenças, na fabricação de circuitos integrados de microcomputadores. Assim, um chip CMOS de imagem pode ser fornecido por uma quantidade muito maior de empresas do que um chip do tipo CCD, fabricado hoje por poucas empresas (Sony, Kodak, Matsushita, Fuji e outras), barateando assim seu custo (economia de escala).
A explicação deste fato decorre do uso contínuo ao longo dos anos dos chips CMOS para funções outras que não o registro de imagens, como memória do tipo solid state (memória de estado sólido) em microcomputadores. Embora em seus primórdios tanto o CCD como o CMOS tenham sido desenvolvidos como chips de memória, a descoberta de tecnologias melhores para armazenamento de dados como o EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read Only Memory) fez com que esses chips se tornassem obsoletos para essa função. A grande facilidade de transferência de cargas elétricas dos mesmos (tanto o CCD como o CMOS) sugeriu seu uso para registro de imagens formadas em uma grade de pixels. Conectados a esta grade de pixels, os chips poderiam descarregar individualmente e com grande rapidez as cargas acumuladas em cada um deles, ou seja, efetuar a "leitura" indireta da imagem ali projetada pelas lentes de uma câmera. Nessa função o CCD se saiu melhor, produzindo imagens com qualidade muito maior do que o CMOS, e com isso tendo seu uso como memória sido completamente abandonado. O mesmo não ocorreu com o CMOS, que devido ao seu baixo custo de fabricação e baixo consumo de energia, continuou sendo empregado em alguns tipos de memória e também em sensores baratos de imagens.
Uma das diferenças do CMOS em relação ao CCD é que enquanto o CCD exige outros chips paralelos fora do mesmo para efetuar as tarefas do processo de captura da imagem (como a redução dos "ruídos" da imagem (noise reduction), o processamento do sinal (DSP - Digital Signal Processor) e a conversão analógico-digital (ADC - Analogical Digital Conversion)), no CMOS todas essas tarefas são executadas dentro do próprio chip. Em outras palavras, enquanto o CCD só faz a conversão da luz em cargas elétricas e as tranfere para fora do chip para que todo o processamento da imagem seja feito, o CMOS faz tudo isso dentro do chip. Isso se traduz em menor tamanho ocupado pelo conjunto (menor espaço ocupado dentro da câmera por exemplo) e também permite tornar programável diversas dessas funções (conferindo flexibilidade ao chip, podendo ser programado para várias situações diferentes).
Ainda, a leitura das cargas acumuladas nos pixels é feita de modo diferente da efetuada no CCD (leitura do CCD); assim, no CMOS não é utilizada a transferência de cargas do processo charge coupled.
Outra diferença é que o CCD tradicionalmente possui melhor desempenho em condições precárias de luz em comparação ao CMOS, o que, no entanto, também está sendo superado pelo desenvolvimento tecnológico. O aumento no desempenho e qualidade dos sensores de imagem CMOS, tornará seu uso corrente em câmeras de alta definição (HD e HDTV) refletindo-se na diminuição de seu custo final.
Color aliasing fenômeno de imprecisão na reprodução das cores de contornos contrastados em imagens capturadas através de câmeras com um único CCD, empregando filtros de cores sobre os pixels (Colour-Filter array), como o padrão Bayer.
Como na determinação das cores da imagem através deste processo sempre são somados grupos de pixels (o conjunto de pixels nas cores RGB agrupados de 4 em 4), se um contorno contrastado de determinada imagem recai sobre uma fileira de pixels (vertical ou horizontal), haverá 'sobra' de pixels na determinação da cor correta. Este fato é exemplificado nas figuras abaixo:

A primeira figura representa o contorno contrastado, um papel branco sobre fundo cinza por exemplo. A segunda figura mostra quais pixels do colour-filter array recaem sobre que parte do papel. A terceira figura mostra o problema: é necessário somar um conjunto completo de pixels nas cores RGB para formar a cor branca. Porém nas bordas isso não acontece, ou sobram cores sem seus pares ou faltam cores para completar os conjuntos RGB. E a combinação dessas cores dos conjuntos incompletos resulta em cores distintas das cores reais a serem reproduzidas. A quarta figura mostra o resultado ampliado da imagem da borda do papel.
DIS Digital Image Stabilization, o mesmo que EIS - Electronic Image Stabilization.
Dual-Row Readout processo de leitura dupla das linhas do CCD para a seguir serem somadas duas a duas (Row-Pair Summation), utilizado no processo interlaced de leitura.
effective pixels o CCD é formado por milhares de pontos sensíveis à luz, denominados pixels. Assim, um determinado chip do tipo CCD possui um número " x " de pixels no total. Porém, desse número total, uma parte não é utilizada na captação da imagem, conforme mostra o desenho abaixo:

No desenho, a letra A mostra uma máscara, que como uma moldura recobre as bordas do chip impedindo qualquer entrada de luz. Isto é necessário para a calibragem eletrônica do sensor no momento da captação da imagem, fornecendo uma referência de valor para o sinal correspondente à cor preta (ausência de luz) e é propiciado por esses pixels recobertos. A letra C mostra que embora a área total do pixel (fora a máscara A recoberta) seja uma, a área na qual as lentes projetam a imagem, no aspecto 4:3 geralmente é um pouco menor: com isso, mais pixels deixam de ser utilizados na prática (letra B). Por isso, nas especificações de uma câmera digital o que importa é a característica "effective pixels" e não "pixels total" do CCD.
Fonte: FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIAhttp://escolafocus.focusfoto.com.br













