sexta-feira, 17 de julho de 2009

"ENTRE LOBOS" na reta final.

Neste final de semana chega ao fim as filmagens de "ENTRE LOBOS" um filme de Edson Soares, que conta com a participação de atores locais e grande parte da equipe técnica também é da terra potiguar.







Entre Lobos começou a ser rodado a cerca de um ano e de lá para cá, muitos foram os problemas enfrentados pela equipe. Uma das atrações do filme e a atriz Nathalia que interpreta "Diva", uma menina que mora com o padrasto e sua mãe biológica. O filme mostra uma verdade cruel que muitas familias brasileiras enfrentam, o assédio infantil pelos próprios familiares ou pessoas de confiança da familia, porém a história é contada num clima ameno e com sutis imagens bem elaboradas pelo cineasta Edson Soares e seu Diretor de fotografia Jean Figueirêdo, assim o tema tenso e muitas vezes tenebroso é mostrado de maneira singela, porém realista.



Ficha Técnica:

"ENTRE LOBOS"

Diretor: Edson Soares

Assistente de direção: Jean Figueirêdo.

Direção de Fotografia: Jean Figueirêdo e Mathier.

Assistente de Fotografia: Flávio Soares.

Produção: Carlos Frederick.

Diretor de Produção: Jean Custo.

Roteiro: Edson Soares.

Camera: Jean Figueiredo.

Uma Produção: Engady Cine Vídeo

Co-produção: NUC NATAL / Imagine Filme / Interfilms.



Maiores informações: Interfilms (84) 9961-4849 (Carlos).

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A experiência IMAX

Logo que você entra em um cinema IMAX, uma diferença fica imediatamente óbvia: a tela é gigantesca. Existem dois tipos diferentes.
Cinemas IMAX - um cinema IMAX padrão, com uma imensa tela retangular. Uma tela IMAX normal tem 16 m x 22 m, mas podem ser bem maiores. A maior tela tem 30 metros de altura. Ela é muito maior do que a tela de um cinema padrão.

Cúpulas IMAX - a cúpula fornece uma tela hemisférica, que abrange o cinema todo. As cúpulas podem ter até 30 metros de diâmetro.

Layout de uma cúpula IMAX

Tanto no cinema IMAX quanto na cúpula, o efeito é impressionante. A tela é grande o bastante para preencher seu campo de visão e, ao fazer isto, ela dá uma incrível sensação de imersão, o que melhora a sensação de movimento.

Para que esta tela gigantesca seja preenchida por uma imagem nítida, os filmes IMAX são gravados e impressos em filmes de 70 mm, únicos na indústria.


Os filmes IMAX são aproximadamente dez vezes maiores que os filmes de 35 mm

A maioria dos filmes que você assiste no cinema vem no formato de 35 mm. A estrutura tem 35mm de largura e é retangular: elas são muito largas para sua altura, então a imagem é comprimida para o formato de 35 mm e expandida pelo projetor para preencher a tela.

Alguns filmes vêm no formato de 70 mm, que fornece aproximadamente o dobro da resolução, e a estrutura tem naturalmente a mesma largura da tela, então a compressão não é necessária.

O filme IMAX é chamado de filme de formato 15/70. Cada estrutura tem 70 mm de altura e 15 perfurações de largura. Em outras palavras, o tamanho do filme é aproximadamente dez vezes maior do que o filme padrão de 35mm. Além disso, o tamanho do filme dá ao filme IMAX uma claridade incrível.

O filme 15/70 faz do projetor um dispositivo único. Se você leu Como funcionam os projetores de filmes, entende o mecanismo básico de um projetor de 35 mm:

o filme entra na parte superior do projetor;
um gancho ou uma roda motriz avança o filme de uma estrutura e o segura firmemente na frente da luz;
um obturador se abre e permite que a luz passe pelo filme e pelas lentes em direção à tela numa fração de segundo.
Num projetor IMAX, o filme é tão grande e pesado, que o projetor não pode usar um gancho para movimentá-lo. Além disso, é difícil segurar uma estrutura de filme tão grande, de forma perfeitamente plana, em relação às lentes. Por isso, o projetor IMAX é totalmente diferente de um projetor normal:
o filme passa por ele horizontalmente;
um sistema à vácuo leva cada imagem para um pedaço de vidro na frente das lentes, para que a imagem seja completamente orientada na frente delas;
o obturador se abre durante um período de tempo maior do que em um projetor normal, a fim de deixar mais luz passar. A lâmpada do projetor é uma unidade de 15 mil watts de xenônio resfriado pela água.
Toda essa avançada tecnologia significa que um projetor IMAX pesa quase 2 toneladas (1.800 kg): o mesmo peso de um carro pequeno.

Por: Jean Carlo Figueirêdo
Fontes: Marshall Brain.
HowStuffWorks.
Michael Lewis, da L-Squared Entertainment.

O fascinante mundo do cinema IMAX.

Nada se compara ao se assistir a um filme IMAX, com certeza é uma experiência incrível e prazerosa, porém o processo de filmagem, criação e finalização são mais fascinantes ainda.

Produzir um filme IMAX não é tão simples, a complexidade excede a de um filme tradicional em película 35mm, só para se ter uma idéia, esses filmes são produzidos em películas IMAX 15/70, acompanhado da tecnologia 3D que usam e abusam dos efeitos especiais computadorizados.

O IMAX tem uma qualidade de imagem 15 vezes superior ao cinema em 35mm, devido ao tamanho da tela e aos recursos utilizados na produção, essa tela, bem maior que as telas tradicionais, mostram ao espectador uma riqueza de detalhes na imagem exibida, assim, é proporcional a essa grandiosidade o cuidado que se deve ter para produzir um filme IMAX, pois tudo precisa estar perfeito, pois o nosso olho é sensível às pequenas distorções, angulações e profundidade das imagens, isso pode ser um problema dentro de uma produção IMAX, por isso, todo o cuidado da equipe deve ser 15 vezes maior que o normal, seguindo a proporção da grandiosidade entre o cinema convencional e o IMAX.
Um exemplo clássico é dado por Michael Lewis, da L-Squared Entertainment, que co-produziu T-REX "os dos dinossauros do filme T-REX que têm cinco vezes mais detalhes do que os dinossauros dos filmes Jurassic Park, o que significa que é preciso cinco vezes mais energia do computador para fazer cada imagem do "T-REX" e cinco vezes mais espaço de armazenamento".


Lewis, em entrevista a Marshall Brain, admite que um dos desafios ao se produzir um filme IMAX é o tamanho do filme.

Só para se ter uma idéia disso tudo a câmera para rodar um filme como esse, pesa cerca de 110kg, emquanto uma filadora tradicional em 35mm chega a pesar 23kg. Isso causa de cara alguns problemas. Como segurar uma câmera que pesa 110kg?
Como fazer os movimentos com uma câmera dessas? para piorar a situação a câmera é hiper barulhenta chegando a incomodar atores, equipe e até animais em cena, imagine para a equipe que está capturando o áudio! Isso deve ser uma loucura, pois o tratamento dado em studio deverá ser de última geração, passando por tratamentos rigorosos para se eliminar todos os ruídos indesejáveis.

Falando em câmeras IMAX,logo chegamos ao filme usado para captação das imagens, esse filme é carregado em magazines "cilindros" que tem uma autonomia de 3 min e leva 20 min para ser carregado.
Depois disso tudo, imagine agora o custo de tudo isso, realmente não é nada baixo. Um filme IMAX de cerca de 40 min se for usado a tecnologia 2D consome-se a bagatela de nada mais nada menos que 3 e 8 milhões de dólares, se for usada a tecnologia 3D o custo varia entre 8 e 15 milhões de dólares.
A produção é onerosa pois, só existem duas câmeras IMAX no mundo, o que pode causar um prejuízo diário de 100 mil dólares por dia caso haja algum problema na produção.
Em um dia normal de trabalho para se produzir um filme em 35mm grava-se certa de 10 cenas por dia, já no processo IMAX essas cenas não ultrapassam 4 por dia, levando uma produção a 45 dias de gravações e um ano na pós-produção. Os efeitos especiais em 3D ocupam cerca de 4,5 terabyte de espaço em HD.
Mesmo com todas essas dificuldades nada se compara atualmente à imagem de um filme IMAX, e com certeza, em breve os studios cinematográficos e os diretores mais renomados estarão usando esse formato cada vez mais utilizado nos cinemas pelo mundo.

Por Jean Carlo Figueirêdo.
Cinegrafista Imagine Filmes.

Fontes:
Marshall Brain.
HowStuffWorks.
Michael Lewis, da L-Squared Entertainment.

sexta-feira, 6 de março de 2009


Sony XDCAM EX3 review HD from Philip Bloom on Vimeo.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Novas câmeras JVC GY-HM100 e GY-HM700 para gravação em estado sólido.

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Durante o evento ISE 2009, realizado nesta semana em Amsterdã, a JVC fez sua primeira apresentação pública das novas câmeras da JVC GY-HM100 e GY-HM700.

Essas câmeras profissionais realizam a gravação dos sinais de áudio e vídeo em estado sólido e são as primeiras do mercado a trabalhar com arquivos nativos no formato Quicktime. Essa característica garante a edição direta dos arquivos no Final Cut Pro, sem a necessidade de conversões. Os dois modelos gravam seus arquivos em cartões SDHC e utilizam a codificação MPEG2 Long GOP em resoluções de até 1920 x 1080.

Segundo a empresa, o crescimento do mercado de vídeo profissional está ligado a evolução da gravação em estado sólido e a alta compatibilidade com a maioria dos sistemas de edição não-linear, o que motivou a empresa a estes dois lançamentos.

O modelo JVC ProHD GY-HM100 começará a ser vendido a partir de Abril, por cerca de US$ 4000 (FOB), enquanto o modelo GY-HM700 tem sua estréia agendada para Março.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Sony - XDCAM PMWEX3





A camcorder PMW-EX3 é compacta e tem um sistema de lentes permutáveis que incorporam três sensores de Exmor ™ Full HD CMOS de ½ polegada, cada um com uma contagem de pixel eficaz de 1920 x 1080, grava imagens em 1080P, 720 P e 1080i com resolução que permite alta qualidade em HD. Com vários recursos de gravação pode-se usar a criatividade com esta câmara de vídeo, como por exemplo: “ Câmera lenta e rápida que reproduz com perfeição os movimentos do objeto captado ”, este recurso é também conhecido como “ over-cranking ” e “ sob-cranking ”, com curvas de gama selecionáveis, obturador lento, intervalo de gravação e recurso de perfil de imagens ™. Além disso, a PMW-EX3 oferece uma controle remoto que dá mobilidade e facilidade em gravações a distância. A capacidade de operação multi-camera, permite o uso com sistemas de câmeras high-end.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

AATON 35mm



- 35mm ou Super 35 Disponível em 3 Perf 28db!!! / chassis de 6 minutos!!!
- peso: 7 kg / chassis de engate rápido
- Roda 20 chassis com 1 bateria NiMh
- Bocal PL o PV (Panavision) como opção
- Baixo nível de ruído 33db (30db com barney) em 4 perf / 28 db em 3 perf
- Imagem ultraestavel / Pitch variável
- Obturador variável: 180°/172,8°/150°/ 144°
- Controle interno de velocidade a quartzo (de 3.000 até 32.000 i.p.s.)
- Controle de fase (eliminador de barras p/vídeo)
- Sistema de time code "Aaton Code"/ SMPTE
- Máscaras e despolidos para 1,33 / 1,66 / 1,85 (35mm) 1,85 / 2,35 (super 35mm).

domingo, 23 de novembro de 2008

ENTREVISTA - CARLOS EBERT

foto Mariana Fresnot

O diretor de fotografia Carlos Ebert, entrou para a história do cinema brasileiro, quando tinha apenas 19 anos de idade, ao participar do clássico “O bandido da luz vermelha” (1968). Recentemente Ebert esteve em Natal/RN ministrando um curso de Cinematografia Digital onde concedeu entrevista a jornalista Adriana Amorim.

por Adriana Amorim
Termina neste sábado, 15/11/2008, o curso de Cinematografia Digital promovido pelo Centro Técnico Audiovisual do Norte e Nordeste (Canne) em parceria com a Fundação José Augusto (FJA). Cerca de 25 pessoas que já possuem conhecimentos prévios sobre o assunto estão, desde terça-feira, aprofundando noções técnicas e artísticas relacionadas à captação de imagens em movimento em suporte digital, com apoio do curso de Jornalismo da Universidade Potiguar. Natal é a terceira capital a oferecer o minicurso de 40 horas/aula, que está sendo ministrado pelo renomado diretor de fotografia Carlos Ebert, membro da Associação Brasileira de Cinematografia e conhecido, ainda hoje, por sua atuação no clássico nacional ‘O bandido da luz vermelha’ (1968), de Rogério Sganzerla, quando tinha apenas 19 anos de idade. Nesta entrevista, Ebert aborda, entre outros assuntos, aspectos de sua carreira, que já soma 41 anos, e destaca a importância da produção de imagens para o grande público aliada ao conhecimento em diversas áreas. Confira!


Ao longo de 41 anos de profissão, o senhor sente dificuldades em se apropriar das novas tecnologias de captação de imagens?Nos últimos anos, me adaptei às novas exigências do mercado e às novas tecnologias. Os filmes, de um tempo para cá, vêm tendo seus orçamentos reduzidos e a maioria já tem sido captada em tecnologia digital. Eu não tive muito problema em me adaptar a isso até porque, na minha geração de diretores de fotografia, fui um dos primeiros a me interessar pelo suporte eletrônico. Nunca vi o eletrônico com nenhuma desconfiança, nunca achei que fosse uma tecnologia inferior. Sabia que ela ia evoluir rapidamente. E eu fui atrás, fui estudar, me interessei, comprei livros, pesquisei, troquei informações com colegas que tinham mais experiência na área e hoje me considero totalmente adaptado. Lido com o digital com a mesma desenvoltura que lido com o fotoquímico.

Tem preferência por que formato, película ou digital?Não faço mais distinção. Apenas procuro, entre os dois formatos, ver aquele que é mais adequado para o projeto específico que estou fazendo. Hoje, o cinematógrafo virou um consultor antes de ser diretor de fotografia. Antigamente, você era chamado para fazer um filme e chegava já com tudo definido, se iria ser filmado em 35mm, colorido, som direto, assim e assado… Hoje, não. Devido a essa multiplicidade de formatos e tecnologias, você é chamado primeiramente para opinar em que formato o filme deve ser captado. Então, isso aumenta a sua responsabilidade. Se você tomar uma decisão equivocada nessa primeira opinião, você vai prejudicar o filme todo. Ele vai errado até o final.

Se a responsabilidade de um ‘diretor de fotografia’ aumentou, em relação ao financeiro isso aconteceu também?Essa responsabilidade aumentou, mas isso não reverteu em nenhum benefício financeiro, ou seja, não estamos ganhando um centavo a mais para ser consultor técnico do filme nessa etapa, mas é uma coisa que eu faço com prazer. Você, na realidade, está fazendo com o que o filme tenha a melhor qualidade possível com relação ao orçamento que ele tem. Você está otimizando os recursos do filme na sua área, que é a cinematografia, ou seja, a direção de fotografia. Mas, o que tenho feito ultimamente é uma espécie de reciclagem. Adaptei tudo aquilo que eu sabia de fotoquímico para essas novas tecnologias, e gosto. Não tenho nada contra.

O senhor abandonou o curso de Arquitetura, no Rio de Janeiro, para cursar Cinema, em São Paulo. Era tudo aquilo que esperava da área?Ainda hoje só sei fazer bem isso, gosto muito do que faço. Procuro, nesse momento da minha carreira, só fazer aquilo que acho que pode ser bom, que pode ficar bem feito e que eu gosto de fazer. Estudei Arquitetura na Universidade Federal do Rio de Janeiro, que na época se chamava Universidade do Brasil, mas fiquei apenas dois anos. Nesse meio tempo, abriu em São Paulo a primeira escola de Cinema do país, que era a Faculdade São Luís, e eu sempre quis fazer Cinema, me interesso por isso desde criança. Me mudei de armas e bagagens. Nunca mais voltei. Cursei a escola de Cinema e não era exatamente o que eu esperava. Ela tinha dois anos de formação teórica, sem que você sequer se aproximasse de uma câmera, e isso me causou uma certa frustração.

E o que fez para suprir isso?Os que estavam interessados em fazer cinema contornaram essa dificuldade a partir da formação de um grupo de realizadores dentro da faculdade. Começamos a filmar em Super-8, fizemos alguns filmes interessantes. E eu tive a sorte de começar a trabalhar profissionalmente em Cinema. Primeiro, como fotógrafo de cena de ‘Bebel, garota propaganda’, filme de estréia do Maurice Capovilla, em 1967, e, em seguida, tive uma sorte maior, pois fiquei amigo do Rogério Sganzerla e fomos até morar juntos com outro colega, e ele me convidou para fazer ‘O bandido da luz vermelha’. Eu, logicamente, aceitei, e o filme foi um grande sucesso.

Esse filme é, ainda hoje, considerado um clássico nacional. Em que esse precoce reconhecimento, de sua parte, resultou?Ele foi considerado, na época, um dos seis filmes brasileiros de todos os tempos. Foi uma sorte. Eu tinha 19 anos e fotografei um filme que foi sucesso absoluto de público, de crítica… Eu nem sei, hoje, se isso me fez bem, pois você fazer sucesso aos 19 anos de idade não é tão bom. Eu não soube administrar isso aí. Não acho que fiz as escolhas mais corretas depois disso. Eu poderia ter feito escolhas melhores, mas, quando você tem 19 anos, tudo é lucro, tudo é bacana. Então, foi o que foi.

O senhor comentou ter ficado frustrado com o curso de cinema por causa da enorme carga horária teórica. Hoje, qual a sua avaliação sobre teoria em cinema e vídeo?Acho importantíssimo. A prática não existe desacompanhada da teoria. No campo específico em que atuo, que é a cinematografia, acontece, hoje, o fenômeno onde as pessoas tendem apenas a copiar ações de outras. Neste curso que estou dando em Natal, por exemplo, a esmagadora maioria das pessoas já tem uma intimidade com câmeras, já gravou alguma coisa ou vem gravando. Então, elas não têm uma estranheza com o objeto ‘câmera’, mas tenho certeza também que essas pessoas não têm ou não tinham muita noção de como funciona uma câmera de vídeo ou o que ‘diabos’ acontece dentro dela. A parte teórica, principalmente para quem está começando, é muito importante, pois ela vai fundamentar a prática, vai dar uma razão à prática. A pessoa vai agir na prática sabendo o que está fazendo.

O senhor percebe que essa prática do ‘aprender observando’ é algo mais presente no Norte/Nordeste?Sinto que isso não acontece apenas no Nordeste. Sinto isso no Brasil todo. Onde tenho ido dar cursos, inclusive no exterior, quando fui ao Equador, Argentina, enfim, é uma dificuldade geral. As pessoas parecem que ignoram a lei da causalidade, da causa e efeito. As pessoas talvez não tenham a consciência, quando começam a trabalhar com cinematografia, de que, para conseguir um determinado resultado, você tem que ter conhecimentos em muitas áreas da atividade. É preciso conhecer um pouco de ótica, de física, percepção e cognição visual, tem que conhecer um pouco de técnica fotográfica, saber como se regula a luz que chega no sensor, conhecer um pouco da construção das objetivas. Se tiver um conhecimento também de história das artes visuais também é bom. Se conhecer a história do cinema, melhor ainda. A gama de conhecimentos necessários para você criar uma imagem cinematográfica é muito grande ou, pelo menos, para criar uma imagem cinematográfica que seja significativa, que tenha alguma importância para quem vai assistir.

Quem teve a oportunidade de assistir a uma aula sua sente segurança e clareza nas informações repassadas. Como surgiu esse lado ‘professor’?Sou de uma família de professores, meu pai, minha mãe, irmãos e tios dos dois lados, então, sou uma pessoa muito consciente da importância do ensino, não só na formação profissional, mas na formação do ser humano, da pessoa. A educação é o único bem inalienável. É a única coisa que você tem e que ninguém pode te tirar. O dinheiro vem e vai, a sorte vem e vai, mas o que você aprende, a sua educação, o seu conhecimento é inalienável, é uma coisa que pertence e te permite progredir profissionalmente, pessoalmente, humanamente, familiarmente, então, sou um entusiasta da educação. Acredito em educação, sempre acreditei. Tenho meu pai como exemplo, vi a extensão e o benefício que a educação pode proporcionar. Dificilmente, me nego um convite para um curso, uma oficina ou um workshop. Só se eu não puder mesmo.

É a sua atividade principal, hoje?Não considero a minha atividade principal. Continuo tendo como atividade principal a cinematografia, trabalhar fazendo filmes, televisão, cinema, comerciais, o que for. Mas, tenho um grande apreço a essa outra carreira que está surgindo para mim nos últimos dez anos. Acho interessantíssimo você conhecer uma pessoa e saber que uma semana depois contribuiu um pouco para que ela cresça profissionalmente, pessoalmente. Me faz muito bem.

Hoje, existe essa facilidade de se ter um equipamento e poder se produzir mais vídeos e filmes. Como o senhor analisa a qualidade dessas produções em massa?A produção regional e local está crescendo, mas tem essa dificuldade de não ter muitos meios do conhecimento para chegar a ter uma produção com um nível técnico e artístico que faça com que o consumidor de imagem em movimento aceite aquela produção. Depois que inventaram o controle remoto, se você não apresentar uma imagem minimamente convincente, com o mínimo de qualidade, o cara aperta o botão e te tira do ar. Com esse crescimento da atividade audiovisual por todo o Brasil, ou pelo menos pelas capitais de todas as regiões, se criou uma demanda por esse tipo de conhecimento. Em todos os cursos, a procura é sempre muito maior que a capacidade. É um indício de que existe uma demanda por conhecimento. Uma demanda grande e que está reprimida, que não tem um atendimento. Então, o Canne e a Fundação Joaquim Nabuco perceberam isso.

O que o senhor nos diz das produções potiguares?Em todos esses lugares que tenho ido, tenho visto a produção local. As daqui ainda vou assistir. Na Paraíba, encontrei uma pessoa que vai ser, certamente, um parceiro no futuro. Inclusive, ele já me convidou para fotografar seu primeiro longa-metragem. Assisti os curtas, gostei muito dos trabalhos dele, do roteiro. Então, eu também estou tendo essa oportunidade de ver o que está sendo produzido, qual o interesse, por onde anda o olhar dos cineastas aqui no Nordeste, o que está atraindo a atenção desses realizadores. O Brasil tem essa coisa fantástica de ser muito grande, são vários Brasis juntos. Ando muito pelo país e vejo que os interesses são muito diferentes.

E em relação aos fomentos ao audiovisual, o que nos diz?Acho que o maior problema está na exibição da produção. Existe bastante produção, principalmente em virtude de ser possível, hoje, se montar uma produtora a baixo custo. Então, a produção já existe. Mas, acho que tem que ser pensando a criação de canais para divulgação e exibição. As TVs públicas, os cineclubes, as associações de bairros, enfim, as organizações da sociedade civil são canais ainda inexploráveis. Em qualquer sala que se possa escurecer pode ser uma sala de exibição. Está faltando um pouco de criatividade para encontrar esses canais e talvez mais investimento nessa área da exibição do que propriamente da produção.

O que o senhor tem produzido?Este ano foi um momento de finalizar vários filmes. Finalizei três longas, um em cartaz, sendo um documentário sobre a arte contemporânea brasileira, em São Paulo; finalizei um longa-metragem ficção, ‘Fotografia de um Desnudo’, filme interessante, que tem um elenco bom, com Lima Duarte, Ney Latorraca, José de Abreu; finalizei o documentário sobre Paulo Vanzolini, ‘Homem de Moral’, e ainda tem mais um para finalizar, chamado ‘Um homem qualquer’, um longa ficção, de Caio Vecchio. Além disso, estou preparando um longa para janeiro, que é a continuação do ‘Bandido da Luz vermelha’. Todos esses como diretor de fotografia. Na verdade, dirijo muito pouco. Ano passado, por exemplo, dirigi dois documentários sobre Gal Costa e o Tropicalismo, que foram exibidos na DirectTV.
* Adriana Amorim é reporter do Jornal Diário de Natal e mantém o blog Histórias da Janela

SAIBA MAIS:
- Carlos Ebert no Multiply
- Memórias tecnológicas de um Diretor de Fotografia
- Dicas de Luz
- Centro Técnico Audiovisual do Norte e Nordeste
- Associação Brasileira de Cinematografia

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

SONY HVR-Z1N




HVR-Z1 Camcorder HDV [Sony].





Esta câmera atende a regulamentação HDV para gravação de 1080 Linhas entrelaçadas em fitas tipo DV já comuns no mercado atual. Podemos considerar que é uma evolução do formato DV e de suas variantes proprietárias (DVCAM e etc.) para um formato de Alta Definição com a garantia do baixo custo de investimento. O formato HDV é um formato bastante econômico quando comparado a formatos de Alta Definição (HD) com custos consideravelmente elevados. Quando comparado ao formato DV e também suas variantes, o HDV oferece praticamente o dobro da resolução de vídeo nos resultados finais.
A versatilidade de Formatos na HVR-Z1 é total. Ela é capaz de trabalhar tanto em HDV como também em DVCAM, atendendo assim a regulamentação de SD (Definição Padrão) e garantindo principalmente a migração adequada com equipamentos e sistemas já existentes.


Principais características
HD, SD e Filme
A HVR-Z1 realiza gravações em 16:9 (widescreen); Saída de Componente Digital 1080i, 480i e 480p; 60, 50, 30 e 25 quadros por segundo (fps); Downconversion HD para SD que é a função de adequar material captado em HDV para formatos DV, DVCAM com finalidades operacionais diversas; modo CineFrame que faz com que a câmera entre no modo de captura com gama de filme; conversão pull-down 3:2 para 30 fps, 25 fps e 24 fps estes também para atender efeitos sobre o vídeo para manter gama de filme.


Lente de Alta Qualidade
A HVR-Z1 é dotada da lente Carl Zeiss, uma líder em seu segmento. A qualidade da lente Carl Zeiss garante imagens mais nítidas e com muito mais detalhe.

NTSC, PAL (Europeu), 60i e 50i
Esta câmera HDV tem compatibilidade com o sistema NTSC, comuns dentro em ambientes de vídeo profissionais (Produtoras de vídeo, Estações de Televisão e outros) - compatível também a 60 quadros entrelaçados (60i). Também é compatível com sistema PAL (Europeu, não é PAL-M que é o sistema de difusão de sinais de TV no Brasil) e também compatível com 50 quadros entrelaçados (50i). Esta opção permite que o profissional possa gerar trabalhos com o sistema nativo da região de seu cliente, caso o cliente vá utilizar o material em algumas regiões da Europa, sem a necessidade de transcodificação.

Correção de Cores
Esta função possibilita ao operador ajustar a cor de um determinado assunto-alvo sem afetar as cores dos outros objetos presente na mesma cena. Exemplo da aplicação deste efeito seria, em um cena, uma bola de cor vermelha com vários outros objetos com várias cores presentes. O efeito poderá manter a bola vermelha e o restante da cena em preto e branco ou vice-versa. São muitas as possibilidades. Até duas cores podem ser selecionadas como alvo para este efeito, com controles operacionais de fase, ganho e outros valores relacionados a colorometria.

Memória para Valores Pré-Estabelecidos

A HVRZ1 possui 6 chaves que acionam memórias de ajustes pré-estabelecidos pelo operador. Acionando um destes botões a câmera entra automaticamente no modo pré-estabelecido para atender demandas específicas como valores para ambientes externos, luzes ou correções de cores.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

AG-HVX200 Camcorder DVCPRO-HD | Tecnologia P2HD Panasonic.


A Panasonic AG-HVX200 é compatível com os formatos DVCPRO-HD, DVCPRO-50, DVCPRO-25 e Consumer DV (o formato DV comum como todos nós já conhecemos). Utiliza 3-CCD trabalhando com aspecto de exibição Wide-Screen (WS 16:9). Possui Lente Grande Angular Leica Dicomar HD com camada de vidro de tecnologia avançada.
O principal avanço que esta câmera trás é o fato de utilizar Cartões de Mémória P2 para gravação. Este tipo de mídia de gravação torna o material captado e armazenado imediatamente acessível para Sistema de Edição Não-Lineares, sem a necessidade do processo de digitalização que sempre é exigido no caso de operações baseados em fitas magnéticas.
A Camcorder também grava em fitas, somente no modo DV (SD) a fim de preservar sistemas pré-existentes e também ajudar na gradativa migração para a nova tecnologia de Cartões de Estado Sólido

Principais características
Modos de Gravação: 1080/60i, 1080/24p, 1080/30p, 720/60p, 720/24p, 720/30p, 480/60i, 480/24p, 480/30p
Taxas de Quadro Variáveis: Disponíveis no modo 720p
Gravação nos Formatos: DVCPRO HD/50/25 e DV
Sistema 3-CCD 1/3" 16:9 progressivo nativo
Relações de 16:9 e 4:3 chaveáveis para gravação DVCPRO 50/25 e DV
Modo 16:9 nativo para gravação DVCPRO HD
Lente Grande Angular de Alta Definição Leica Dicomar com Sistema de Estabilização Ótica: Modos de operação Automática ou Manual
Filtros ND
Zoom Manual disponível
Softwares CineGammaTM e NewsGamma
Dois slots para Cartões P2
Mecanismo de VT para fitas Mini-DV (Gravação DV)
Painel LCD 3,5"
4 canais de áudio PCM 16-bits 48kHz (2 XLRs)
Geração (saída) Componente HD (D4)
Entrada e Saída Vídeo Composto Analógico
Entrada e Saída S-Video
Canal IEEE-1394 (DV / Firewire)
Canal USB 2.0.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Kinor 35H Contrato permanente com Engady Cine Vídeo

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Kinor 35H camera body
8-32 fps with variable speed control
extension viewfinder w/zoom and contrast filters
magazine tilt wedge4 x 400' magazines 4 x 1000' magazines
5x5 Mattebox w/ 3 hard mattes
35mm studio bridgeplate w/ dovetail and 15mm rods
onboard follow focus
Cinetech studio follow focus
hand grip

terça-feira, 5 de agosto de 2008

ARRIFLEX 35mm MODELO IIC é a mais nova aquisição do Nuc Natal.













CONFIABILIDADE E FÁCIL MANUSEIO SÃO CARACTERISTICAS FUNDAMENTAIS DA ARRIFLEX IIC.
CAMERAARRIFLEX MODELO IIC, PARA CINEMA 35MM, PELÍCULA, COM 3 LENTES, 2 CHASSIS, 400" E 200" PÉS, CABO DE FORÇA ORIGINAL ARRI, MOTOR ESTABILIZADO EM 25 QPS, CASE ORIGINAL ARRIFLEX, KONGSBAK.
LENTES TAYLOR - HOBSON, MADE IN ENGLAND, COOKE SPEED PANCHRO SÉRIE II:
75MM T 2.3
50MM T 2.3
32MM T 2.3


domingo, 3 de agosto de 2008

Nuc Natal e Interfilms fecham acordo para produzir o curta-metragem "CASO: Um, Meia, Zero".

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A interfilms fechou essa semana um acordo com o Nuc Natal para a produção do curta-metragem "Caso: Um, Meio, Zero". O curta tem roteiro assinado por Jean Carlo Figueirêdo e a equipe de produção e elenco será definida pela produtora Interfilms e passará pela aprovação do Nuc Natal.

O filme retrata uma história verídica que aconteceu há alguns anos, onde um assassinato desnorteou a policia norteriograndense, o curta traz forte crítica a maneira de como alguns casos policiais são tratados pelos poderes públicos em nosso país.

"O espectador terá uma surpresa de como será mostrada a essa historia, uma verdadeira diversão para quem gosta de cinema, principalmente os amantes dos filmes policiais"
Jean Carlo (Roteirista e Diretor)

O filme será rodado em dois formatos, Digital e em película cinematográfica de 16mm. O Nuc Natal lançara mão de um verdadeiro arsenal de câmeras em 16mm para a produção do curta e a Interfilms promete reunir uma das melhores equipes de profissionais ligadas ao cinema no Rio Grande do Norte.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

NUC NATAL E ENGADY CINE VIDEO CONVIDAM MAIS UMA ATRIZ A PARTICIPAR DO LONGA ENTRE LOBOS.

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Na última reunião entre o Diretor Edson Soares (Engady Cine Vídeo) e Jean Carlo (Nuc Natal), foi firmado um acordo para a participação de mais uma atriz que atua no Rio Grande do Norte, a nova integrante do elenco é Amanda Pereira que já participou de algumas produções locais e está ligada a cultura potiguar na área do audio visual.

Nas próximas reuniões de elenco a atriz será convidada a participar do grupo que já compõe a familia "Entre Lobos".
A atuação de Amanda no curta "O Confissionário" foi decisiva para sua escolha, já que a indicação partiu do NUC NATAL, um dos Co-produtores do longa metragem.

Amanda interpreta a fofoqueira da cidade em "O Confissionário" que tem a direção de Carlos Tourinho e Roteiro de Jean Carlo Figueiredo.

"Acho que ela tem potencial e acatei a proposta do Nuc Natal em trazer Amanda Pereira para o filme".
Edson Soares (Diretor)


O filme Entre Lobos terá suas atividades de produção e filmagem retomadas a partir do mês de setembro.

Elker Sandra (Vide-diretora / Nuc Natal)

terça-feira, 29 de julho de 2008

KONVAS 2M a mais nova aquisição do NUC NATAL.

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A câmera de pelicula KONVAS 2M de 35mm Mod. (1KCR-2M) é uma camera profissional russa muito famosa, ela capta imagens com precisão em 24fps (quadros por segundo) o que dá ao profissional confiança.
O pacote da konvas 2M adquirido pelo NUC NATAL inclui:
• O corpo de câmera KONVAS 2M.
• O Viewfinder é padrão (nao anamorphic).
• Magazines de 400 e 200 pés.
• O obturador com angulo do espelho: 150 graus.
• O motor sincronizado mod. 18ep-16apk (com cabo),
• Unidade de controle para motor 18ep-16apk.
• Dois compartimentos de 60m (200ft.).
• Um compartimento de 120m (400ft)
• Lentes:
LOMO 28mm, LOMO 75mm, LOMO 100 milímetros, LOMO 150mm, Zoom Cinor sound Berthiot, F=38-150, LOMO 300mm e LOMO 500mm.

sábado, 26 de julho de 2008

KINOR 35H

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Motor: motores elétricos com controle digital de cristal de quartzo.
Fotograma: 16 x 24,85 milímetros, Super 35.
Filmes: 35 milímetros GOST 4896-80
Magazines: Metal, capacidade 500 pés (150 m) e 1000 pés ( 300m) filme 35mm
Velocidade: fixo 24, 25fps variablwe a partir de 8 até 32 fps
Velocidade precisão: para 24 fps, 25 fps - + / -0,02%, para a variável 8-32 fps + / - 4%
Obturador: reflexa, um-lâminas, em forma de disco com 180 graus ângulo constante
Garra mecanismo: single-garra, um em frente e verso, um registo pin + / - 0,015 milímetros
Letes: fixada a partir de 18 mm até 300 mm, lente zoom 20-120
Lentes anamórficas: 35mm, 50 milímetros, 80 milímetros 100 milímetros, 150 milímetros, 250 milímetros, 500 milímetros lente zoom 20-120
Lens Mount: ECT-19-144-83
Centrada: incidindo distância via tela ou marcas na lente.
Visor: Reflex, Short vista finder-6x, Long vista finder - 12x, wih correcção + / - 5D
Bateria: 16 V +5 V, - 2V
Fonte de alimentação: 220V 50Hz, pode ser modofy para 110/127V
Nível sonoro: 32 Db
Temperatura ambiente: de-30C até a +40 C
Tamanho: 555 x 300 x 370 milímetros
Peso aproximado com magazine cheio e lente zoom 25-500mm: 28 kg

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Nuc Natal investe na captação em 16mm

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NÚCLEO DE CINEMA DE NATAL

Nuc Natal e a K-3. Uma parceria que dá bons resultados em matéria de captação em 16mm.

"a K-3 é uma câmera robusta e muito confiável, nos estamos satisfeitos com a procura e a satisfação dos clientes em trabalhar com esse produto".
Jean Carlo (Diretor do Nuc Natal)

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Krasnogorsk 3 (K-3)

O Núcleo de Cinema de Natal está disponibilizando para locação as câmeras de cinema em 16mm Krasnogorsk 3, mas conhecidas como K-3.
Além de funcional a K-3 é de fácil manuseio e vem com uma lente zoom de 17-86mm, dando uma maior mobilidade nas performances das imagens captadas.
Hoje o NUC NATAL dispõe de seis Krasnogorsk 3 para locação. Precisou de câmeras 16mm, nós temos.
Faça sua cotação conosco.






domingo, 29 de junho de 2008

Equipe filma em Santuário de Florania

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Com uma grande produção a equipe do longa Entre Lobos, esteve no santuário da cidade de Florania e concluiu mais uma seqüência do filme.

Esta seqüência é a que tem o maior número de atores da cidade e foi comemorada com grande euforia pelos atores locais e autoridades da cidade.

O apoio da população de Florania é incontestável, recebida de braços abertos por toda a cidade à equipe de Entre Lobos agradece a todos que ajudaram direta e indiretamente para a realização dos trabalhos.

Edson Soares em conversa com os atores locais após as filmagens. O diretor não economizou elogios aos participantes.
“Eu fiz muitos amigos e agradeço a todos os atores e atrizes de Florania, por acreditarem no nosso trabalho e cada um de vocês acreditem nos seus sonhos, pois cada um de vocês tem um grande futuro pela frente”.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Entre Lobos tem cenas filmadas em Florania.

Foto da equipe técnica do longa metragem "Entre Lobos" filma as primeiras cenas na cidade de Florania.
Da esquerda para a direita: Edson Soares (Diretor), Jean Carlo Figueiredo (Fotografo e camera), Marcondes (Maquinista), Natália (Atriz) e Daniela (Continuista).